O Mundo no Qual Você Costumava Existir, Antes de Soltar
O mundo no qual você costumava existir antes de soltar, talvez ainda exista em um universo paralelo. Talvez lá estejam pessoas que você costumava acessar: pai, mãe, avós, filhos, antigos parceiros.
Penso eu que apenas nos deslocamos de uma realidade a outra, até nos equalizarmos com a atual realidade em que estamos vivendo. Vai existir aquele chiado das televisões antigas quando você sintoniza de um canal para outro, e os chiados persistem até você estabilizar a imagem no canal atual.
Assim é a transição de um relacionamento para outro, de uma casa para outra e, quem sabe, desta vida para um plano superior.
É como se vivêssemos em um universo holográfico onde o que chamamos de “realidade” é, na verdade, uma projeção da nossa frequência vibracional. Cada escolha, cada pensamento, cada emoção altera instantaneamente a linha do tempo em que nos encontramos.
Milhares de realidades coexistem ao mesmo tempo, sua versão do passado existe em algum lugar, ao passo que sua versão do futuro também esteja acontecendo.
A todo momento, estamos saltando entre essas realidades quase como se fossem quadros de um filme passando em alta velocidade.
Acredito que as minhas versões do passado ainda estejam lá: meu pai, que não está mais neste plano, me aconselhando; minha mãe, hoje com Alzheimer, existindo em uma linha do tempo de meu passado onde a doença ainda não a atingiu.
Nossas escolhas são os saltos que damos rumo a novas decisões de nossa vida. Antes do meu salto, eu era um homem triste, preso a um relacionamento onde minhas escolhas não eram respeitadas. Sofria muitas críticas e jamais gostaria de voltar para lá.
Mas lá também estavam meus filhos, amigos de longa data e algumas boas experiências. Talvez eu quisesse voltar para as partes boas, mas teria que ter contato com as coisas que me desagradaram.
Talvez a tua intuição seja o sinal da tua alma, apontando o caminho para onde mais sua energia esteja afinada com a realidade que mais se equaliza com a natureza da realidade que realmente te pertença.
Sem entendermos que o universo é o espelho da nossa vibração e focarmos nossa mente naquilo que realmente nos dá alegria, quem sabe esse seja o caminho para viver coisas maravilhosas.
Alguns escritos budistas falam para que você aponte a sua mente para onde quer ir na hora da sua morte física. Se isso for verdade, o que custaria tentar?
Eu sempre me questionava: existe vida fora da caverna? Minha vida pode ser maravilhosa, com tudo aquilo que eu sempre quis. E adivinha o que aconteceu? Fui transportado para esse lugar. Onde você focar a sua mente, isso expande. Entendo ser esse o caminho.
Artigo: Irmão Barbosa
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Este Artigo faz parte do Livro de Toleran. O Livro do Tolerâncialismo.
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